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Brazil joins more than 10 countries that have already agreed to reinforcements (or are considering doing so).  Find out which ones

Brazil joins more than 10 countries that have already agreed to reinforcements (or are considering doing so). Find out which ones

The third dose of a vaccine against Covid-19 has been a much-discussed option in many countries, with some countries having already approved it – most recently Brazil – and others considering doing so.

in a Portugal The topic is still under discussion, but the Technical Committee on Immunization has already sent to the Directorate General of Health an opinion on the list of diseases in which it considers that an additional dose of the vaccine should be given.

The list includes those who were transplanted less than three months ago, those with HIV or patients with cancer. For Vice Admiral Gouveia e Melo, the booster vaccine may be given in health centers, as it involves only about 100,000 people.

Now see the list of countries that have already given the green light for the promotion:

Brazil

Brazil will provide booster doses of the Covid-19 vaccine to immunocompromised or at-risk people — and citizens over 80, starting September 15, the latest country to announce the news.

The announcement was made yesterday by the Brazilian Minister of Health, Marcelo Quiroga. Speaking to reporters in Brasilia, the official said that the Pfizer vaccine, made in partnership with German company BioNTech, will be used as an additional dose in these groups.

Quiroga said the decision stems from the spread of the delta variable and the need to increase protections for the most vulnerable, in a country that has recorded more than 20.6 million cases of COVID-19 and more than 575,000 deaths.

Greece

Today, Monday, Maria Theodorido, head of the National Vaccination Committee, announced that Greece will start giving the third dose of the Covid-19 vaccine to the most vulnerable population, starting in September, to combat the spread of the delta variable.

This third booster dose will only be given with vaccines that use messenger RNA (mRNA) technology, such as those from Pfizer and Moderna — even if people have previously been vaccinated with those from AstraZeneca and Johnson & Johnson — and will be given to people who have received the second dose before At least a month.

Priority will be given to receiving the third dose for people who are immunocompromised, such as patients who have been treated for cancer, have had an organ transplant or people with acquired immunodeficiency virus (HIV).

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France

The French High Authority of Health has given the “green light” to give the third dose of the vaccine against Covid-19 to those over the age of 65 and people considered vulnerable.

This dose should be given at least six months after the first complete vaccination [com uma ou duas doses, dependendo do laboratório”, segundo o comunicado divulgado ontem.

Por enquanto, segundo esta agência pública, não há necessidade de uma terceira dose da vacina para toda a população. “A administração de mais uma dose será provavelmente necessária nos próximos meses, sem que seja ainda possível pronunciarmo-nos de forma precisa, nem sobre a população alvo, nem sobre o calendário”, esclareceu.

Estados Unidos

O governo dos Estados Unidos quer começar a administrar uma terceira dose da vacina contra a covid-19 a 20 de setembro, abrangendo os que receberam a segunda oito meses antes.

O anúncio foi feito pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês), numa declaração conjunta com os principais especialistas médicos da Administração Biden.

Antes deste processo poder começar, a terceira dose das vacinas Pfizer e Moderna deve ser aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês), a agência responsável pela aprovação dos fármacos, e por um comité científico do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).

Reino Unido

O Reino Unido vai dar um reforço da vacina da Covid-19 a 32 milhões de cidadãos com mais de 50 anos, a partir do início do próximo mês. Espera-se que todas as pessoas nessa faixa etária, mais as clinicamente vulneráveis, recebam uma injeção de reforço antes do Natal.

O país tem neste momento duas mil farmácias preparadas para pôr no terreno o programa de reforço da vacinação, que tem como objetivo responder aos temores de que a eficácia das vacinas possa começar a diminuir.

O plano do governo britânico é administrar uma média de quase 2,5 milhões de terceiras doses por semana a partir da primeira semana de setembro.

Alemanha

A Alemanha quer administrar uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 aos idosos e pessoas imunodeprimidas a partir de setembro, segundo um projeto do Ministério da Saúde alemão.

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O plano, que prevê igualmente a recomendação da vacinação de crianças e adolescentes entre os 12 e os 17 anos, foi elaborado por funcionários do Ministério da Saúde.

Em causa está o envio de equipas móveis de vacinação a estabelecimentos residenciais para idosos para a administração de vacinas com a tecnologia mRNA, ou seja, Pfizer/BioNTech e Moderna, independentemente da vacina administrada anteriormente a estes utentes.

Os médicos poderão também dar uma dose de reforço aos idosos e pacientes com sistemas imunitários comprometidos.

Hungria

Foi o primeiro país da Europa a administrar a dose de reforço, disponibilizando a terceira dose desde o início de agosto para todos aqueles que assim o desejarem- quatro meses após terem tomado a segunda dose.

O governo recomenda uma mistura dos diferentes tipos de vacina, mas anunciou que essa decisão caberá aos médicos. Há diversas vacinas aprovadas pelo governo húngaro.

Camboja

O Camboja vai agora oferecer novas doses para quem foi vacinado com as vacinas da Sinovac e da Sinopharm, ambas de laboratórios chineses.

Os cidadãos receberão uma nova dose da AstraZeneca, e, vice-versa, aqueles que tinham recebido doses da AstraZeneca receberão uma dose da vacina da Sinovac, como reforço.

Indonésia

No início de agosto, a Indonésia começou a administrar a terceira dose da vacina em profissionais de saúde em todo o país, que na sua maioria tinham recebido doses da vacina da Sinovac.

Na sua maioria, estes cidadãos estão a receber doses da vacina da Moderna como reforço, segundo a ‘BBC’.

República Dominicana

A República Dominicana foi o primeiro país da América Latina a anunciar, a 30 de junho, que iria oferecer uma terceira dose.

O país divide a ilha de Hispaniola com o Haiti, um dos últimos países a começar a vacinar sua população. O governo dominicano tenta acelerar o seu programa de vacinação enquanto o vizinho vê os casos crescerem.

Segundo as autoridades sanitárias do país, a terceira dose aplicada no país será diferente da inicialmente administrada, com a ideia de misturar vacinas produzidas por diferentes laboratórios.

Chile

Na semana passada, foi a vez do Chile começar a administrar doses de reforço contra a Covid-19 àqueles já imunizados com a chinesa Coronavac.

O alvo são cidadãos com 55 anos ou mais que tomaram a vacina antes de 31 de março, ou seja, há cerca de quatro meses, recebendo agora uma nova dose da AstraZeneca.

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Para além disso, o governo chileno decidiu ainda que os pacientes imunocomprometidos receberão uma dose extra da Pfizer.

Uruguai

O Ministério da Saúde do Uruguai começou esta semana a oferecer terceiras doses para aqueles que receberam a Coronavac.

A dose de reforço será da Pfizer, administrada cerca de 90 dias depois da segunda dose da vacina inicial.

Emirados Árabes Unidos

Os Emirados Árabes Unidos começaram a oferecer em junho doses de reforço para os imunizados com a vacina da Sinopharm, da China.

O país oferece vacinas da Pfizer e da Sinopharm como terceira dose.

Também anunciaram, sem especificar datas, que vão oferecer doses de reforço para a população em geral, que não foi necessariamente inoculada com a vacina da Sinopharm, seis meses após a segunda dose, ou três meses após a segunda dose para pessoas mais vulneráveis.

Bahrein

O pequeno país insular do Golfo Pérsico começou a oferecer doses de reforço da vacina da Pfizer para os imunizados, seis meses antes com duas doses da vacina da Sinopharm.

O país está a lutar contra uma onda de casos de coronavírus, mesmo com uma alta taxa de vacinação.

Rússia

A Rússia anunciou no início de julho que tinha começado a administrar doses de reforço para pessoas imunizadas há mais de seis meses. Isso aconteceu, em resposta a um aumento de casos de Covid-19 no país.

O presidente de Moscovo, Sergei Sobyanin, disse que recebeu uma dose de reforço e pediu aos moradores da cidade que fizessem o mesmo.

A capital está a oferecer doses de reforço da Sputnik V, produzida internamente. Outras regiões do país também estão  a começar a administrar terceiras doses.

Israel

Desde o fim de julho, Israel oferece terceiras doses da vacina da Pfizer a pessoas com mais de 60 anos e a outros grupos vulneráveis.

Depois do início da campanha, o país incluiu também as pessoas com mais de 50 anos. As doses são oferecidas a pessoas que tenham sido vacinadas há mais de cinco meses.

Até agora, mais de um milhão de israelitas receberam o reforço, na sequência de uma subida de casos de Covid-19 no país. A campanha de vacinação de Israel começou como uma das mais bem-sucedidas no mundo.